quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Carta de pedras





Gemstones Chart.  Know your gems.

Meteoritos








 meteoritos palasitos parecem mel em um favo, vindos diretamente do espaço. Essas rochas são formadas por belos e translúcidos cristais verdes encrustados numa estrutura esponjosa que parece ser um favo, compostos de ferro e níquel.
Esses raros e belíssimos meteoritos fascinam pesquisadores e curiosos desde que foram identificados pela primeira vez, mais de 200 anos atrás.
Apenas 61 palasitos foram registrados no mundo. A beleza desses meteoritos é tanta que muita gente paga caro por pedaços mínimos dessa rocha espacial em leilões.
Só agora os pesquisadores começam a entender de onde surgiram esses meteoritos. E essa origem é bem mais dramática do que se imaginava, conforme aponta um novo estudo publicado no periódico Science.
Utilizando um laser de dióxido de carbono e outros dispositivos sofisticados, uma equipe de geofísicos, coordenados por John Tarduno da Universidade de Rochester (EUA), descobriu que os palasitos provavelmente foram formados quando um pequeno asteroide colidiu com um corpo planetário, cerca de 30 vezes menor que a Terra. Isso teria resultado na mistura de materiais que compõe esses distintos meteoritos.
Pesquisadores acreditam que o objeto que colidiu com o meteoro tinha um raio de cerca de 200 quilômetros, o suficiente para ser considerado um protoplaneta, ou seja, um pequeno corpo celeste com potencial para se tornar um planeta.

Esse estudo mostra que é possível compreender como esse tipo de objeto cósmico é formado nos primórdios do sistema solar. O trabalho ajuda também a esclarecer como pequenos objetos celestes podem ter uma atividade dinâmica no universo. [ScienceDaily/El Mundo]


A meteorite found in Chubut, Argentina, featuring a metallic mirror finish and peridot-type stones, is displayed in a collections room at the Field Museum in Chicago
A meteorite found in Chubut, Argentina, featuring a metallic mirror finish and peridot-type stones, is displayed in a collections room at the Field Museum in Chicago

When picturing a meteorite, we generally think of it as something that’s jagged with a rough texture. Reddit user Isai76, however, recently shared something unexpected - a polished meteorite! In addition to the photo, fellow Redditor fewthe3rd explained what makes this polished piece so special. It’s technically a pallasitic meteorite, and the green-yellow transparent minerals are called olivine, which composes most of the upper mantle of the Earth. The metallic parts are an iron-nickel alloy.

When picturing a meteorite, we generally think of it as something that’s jagged with a rough texture. Reddit user Isai76, however, recently shared something unexpected - a polished meteorite! In addition to the photo, fellow Redditor fewthe3rd explained what makes this polished piece so special. It’s technically a pallasitic meteorite, and the green-yellow transparent minerals are called olivine, which composes most of the upper mantle of the Earth. The metallic parts are an iron-nickel alloy.

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28. Meteorito Pallasite


Las pallasitas se consideran como los meteoritos más bellos, sobre todo una vez cortadas y pulidas, lo que hace que sean una prioridad para los coleccionistas de meteoritos.[24][3]​ Se pueden contemplar litosideritos, tanto pallasitas como mesosideritas, en el Museo de Meteoritos de la Universidad de Nuevo México.[25]​ En el Museo Nacional de Historia Natural de la Institución Smithsoniana de Washington D.C. existe una colección de más de 17.000 meteoritos, incluidos litosideritos.[26]​ En la colección del Museo Nacional de Ciencias Naturales de Madrid se puede observar la pallasita Krasnoyarsk,[27]​ que fue estudiada por Peter Simon Pallas. En la Universidad del Estado de Arizona se puede visitar una de las colecciones más grandes del mundo, con ejemplares pertenecientes a más de 1.600 caídas de meteoritos, incluidas pallasitas como Esquel o Brenham, y mesosideritas como Vaca Muerta.[28][29]






quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Dumortierita

Resultado de imagem para dumortieritaBelas inclusões de dumortietira num cristal de quartzo

dumortierita é um mineral nesossilicato fibroso de coloração variada sendo um mineral alumínio boro-silicatado, Al7BO3(SiO4)3O3.
A dumortierita cristaliza no sistema ortorrômbico geralmente formando agregados fibrosos de cristais alongados prismáticos . Seus cristais são de brilho vítreo e sua cor varia do marrom, azul, e verde a os mais raros como violeta e rosa. Isso ocorre devido a substituição do ferro e outros elementos tri-valentes por alumínio e isso que produz a sua variação de cor. Sua dureza na escala de Mohs é 7 e sua densidade específica é 3.3 a 3.4. os cristais apresentam pleocroísmo de vermelho a azul e violeta. O quartzo dumortierita é quartzo de coloração azul que contém abundantes inclusões de dumortierita.
É utilizada na fabricação de porcelanas de alto grau, podendo ser confundida com a sodalita e já ter sido utilizada como imitação de lapis lazuli.

Local de extração

Encontrada na França, em Beaunan, nos montes do Lyonnais, no Brasil, no Canadá, nos Estados Unidos (California) na India, na República do Malgaxe, no Moçambique, na Namibia, no Sri Lanka.

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Super 7




Muitas coisas fantásticas já foram ditas sobre esta pedra, também conhecida como Cristal Super Seven ou Seven Sacred (Sete Sagrado), entre elas, que representaria a fraternidade da humanidade. Embora nem sempre visível, este cristal possui todas as propriedades protetoras da Ametista, as propriedades de limpeza do Quartzo Fumê e a energia amplificada do Quartzo Branco, do Quartzo Rutilado, da Lepidocrocita, da Cacoxenita e da Goetita.